Jornal do Anglo






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Administração de Carreiras na Faculdade do Rio

Administração de Carreiras: um serviço gratuito para quem busca qualificação O mercado hoje precisa ter e absorver profissionais conhecedores de determinados produtos e tecnologia. “E é exatamente isso o que queremos ao oferecer os nossos cursos de Pós-Graduação: que os alunos estejam aptos para ingressar no cada vez mais restrito e competitivo mercado de trabalho. Essa é a nossa maior missão, formar e informar com qualidade e eficácia”, explica o professor Paulo Alonso, reitor do Anglo-Americano.

“Não devemos observar apenas as estruturas curriculares, precisamos ir além delas, oferecendo competências e habilidades que ajudem o estudante a se colocar rapidamente no mercado”, declara Paulo Alonso. É por causa disso, que as Faculdades Anglo-Americano oferecem, gratuitamente, um trabalho focado na orientação personalizada de seus alunos, em relação à administração de suas carreiras.

O trabalho de Administração de Carreiras é uma excelente oportunidade deste profissional atualizar suas práticas, analisar cenários e tendências, além de repensar os seus sonhos e projetos, com assessoria em gestão pessoal e profissional especializadas.

“Coerentes com a sua missão, na busca de uma trajetória profissional sustentável, este trabalho intensifica o vínculo com os alunos-parceiros, definindo e monitorando os seus indicadores pessoais para a consecução de seus objetivos e metas”, explica Celma Villaça, coordenadora do Setor de Gestão de Planejamento Educacional.

A equipe dirigente do Anglo-Americano acredita que uma nova cultura precisa ser redefinida, que novas linhas de atuação precisam ser compartilhadas e que o sucesso de cada indivíduo envolvido neste processo agregará mais valor à sua marca. É o caso do advogado Amilton do Nascimento, que trabalha há 10 anos com Educação Superior. Ele buscava uma especialização, mas estava em dúvida entre a área Jurídica ou Educacional. Depois de participar do projeto de Administração de Carreiras do Anglo-Americano, Amilton se sentiu mais confiante e optou pelo Curso de Pós-Graduação em Docência Superior, que começa em agosto de 2007. “Primeiro fazemos um diagnóstico participativo que inclui análise da vida profissional do egresso e seus desejos, em seguida aplicamos um mix de dinâmicas e testes formais e não formais, depois fazemos o acompanhamento do aluno até o final da Pós-Graduação”, explica Celma.

Já a economista aposentada Zilda Diamantina buscava uma pós-graduação, mas como as opções de cursos são muitas, quase acabou desistindo de estudar. “Quando descobri este serviço no Anglo-Americano me senti muito amparada pois agora tenho certeza de que estou no caminho certo”.

O projeto de Administração de Carreiras serve tanto para quem já atua no mercado de trabalho e está procurando uma maior capacitação, quanto para quem está buscando um emprego. Para participar, basta agendar um encontro com Celma Villaça pelo telefone: 33889191, às 3as. e 5as.


Use a postura para conseguir o emprego desejado

 

Use a postura para conseguir o emprego desejado.

Rio - A comunicação vai muito além dos aspectos verbais. Numa conversa, por exemplo, as pessoas podem falar uma coisa e pensar em outra; podem contar algo e você não consegue definir se é mentira ou verdade. Para descobrir os sinais que estão além das palavras, basta um pouco de observação no comportamento das pessoas e de seus impulsos naturais diante de determinadas situações — o corpo não mente!

A linguagem corporal pode dizer muita coisa sobre a pessoa com quem você está conversando. Inclusive se você está agradando na entrevista para aquele sonhado emprego. De acordo com o livro "O Corpo Fala: a Linguagem Silenciosa da Comunicação Não-Verbal" (Ed. Vozes), o corpo humano é dividido em três partes: Águia (cabeça - controle), Leão (tórax - emoção) e Boi (abdômen - desejos instintivos).

Uma pessoa com a cabeça (controle) baixa, curvada para a frente (tórax e abdômen reprimidos), passa uma imagem de submissão total. Ao contrário, cabeça ereta e coluna reta mostram que você é uma pessoa segura de si. Até a forma como alguém senta pode representar interesse ou desinteresse. Também os exemplos apresentados a seguir são originários deste livro, com pequenas adaptações.

- O gesto de cruzar os braços pode ser uma barreira corporal que as pessoas constróem diante de quem estão conversando, podendo significar um tipo de proteção. Ou que quem está cruzando os braços, dependendo da situação, não deseja mudar de opinião e não quer aceitar o que estão lhe falando.

- Diante de questões difíceis e que sugerem insegurança, por exemplo, uma pessoa pode simular uma tosse e colocar a mão na boca, puxar com insistência o colarinho da camisa e até gesticular as mãos, de forma desordenada.

- Em momentos de tensão, a mão direita expressa os sinais da razão, enquanto a esquerda os sinais de emoção. Juntar as pontas dos dedos enquanto alguém está falando significa concentração no discurso. Ainda com relação às mãos, um cumprimento feito com ela, de maneira frouxa, significa pouco envolvimento na relação.

- Levantar as sobrancelhas pode traduzir surpresa, espanto e alegria, ao passo que sobrancelhas abaixadas representam concentração, reflexão e seriedade.

- Bater os pés no chão com freqüência pode ser um sinal de irritação, insegurança ou ansiedade. Lábios presos entre os dentes traduzem uma manifestação de não querer se comunicar ou não participar de discussões.

- Numa conversa, sentado à mesa com alguém, se você deixar sua pasta ou bolsa de trabalho no colo transmitirá a sensação de que está inseguro. Mexer no queixo é um sinal de pensamento sobre algo que foi proposto.

- Quando uma pessoa está sentada e inclinada para trás, a imagem que ela transmite é de estar relaxando ou descansando. Quando a pessoa está sentada e mantém o pé ancorado, pode-se entender que ela teima em manter o seu ponto-de- vista e não está disposta a mudar de opinião.

Enfim, a linguagem do corpo diz muito sobre como a pessoa está reagindo à sua presença. Você pode ter pistas e tentar reverter uma situação desfavorável. Por outro lado, a linguagem do corpo é mais uma maneira de você passar sua mensagem. Tendo isso em mente, pinçamos alguns truques de postura que podem ser úteis na hora de disputar a vaga tão sonhada.

1. Ao cumprimentar alguém, se a mão dá um forte aperto, é sinal de que não há restrições. A mão frouxa é sinal de que a pessoa tem medo de ser envolvida;

2. Ao sentar-se, não deixe a pasta ou a bolsa sobre o colo, "protegendo o boi". Significa que você não está à vontade. Da mesma forma, se o entrevistador estiver com algo no colo, espere ele se soltar para apresentar seus argumentos;

3. Pés em direção ao entrevistador indicam que você se interessa pela pessoa. Se eles estiverem voltados para a porta, é a direção em que o corpo quer ir;

4. Com braços cruzados no peito, você não quer mudar a opinião e nem aceitar o que estão lhe falando.

5. Puxar os cabelos significa que você busca uma grande idéia. Cotovelos apoiados fazem a delimitação de espaço quando a pessoa sente-se invadida, intimidada.

6. Morder a caneta e mexer no queixo mostram que a pessoa está estimando a situação proposta.

Além disso tudo, as pessoas ainda costumam ter um desafio extra na hora da entrevista: saber o que fazer com as mãos. Veja abaixo o que a posição delas representa:

1) Na frente da boca: geralmente significam que a pessoa deseja falar algo, mas não tem a oportunidade ou não sabe ao certo o quê;

2) Cruzadas para trás: sinais que não se concorda muito com o alvo da discussão;

3) Fechadas: mostra insegurança, como se agarrasse algo para não cair;

4)Abertas: concorda com a situação.


Universia

No site www.universia.com.br, você pode cadastrar o seu currículo gratuitamente. Nele, vagas de estágios e empregos, de mais de 700 empresas cadastradas, são atualizadas diariamente.



Elaboração do Currículo

Um dos itens fundamentais é a elaboração adequada do Currículo que deverá conter as seguintes informações:

- Identificação: deverá constar seu nome, número de telefone e endereço. O nome deve estar em destaque (em letras maiúsculas). Não é conveniente utilizar abreviações;

- Experiência Profissional: relate as atividades/funções as quais você desempenhou em outras empresas. Inclua também projetos importantes que tenha participado. Ao escrever o conteúdo da sua experiência profissional utilize frases curtas que comecem com verbos que denotem ação;

- Informação Acadêmica: inclua o nome da Escola e o ano de conclusão. Informe se você ganhou algum prêmio ou concurso. O importante é relatar o que você acha relevante para o cargo que está postulando;

- Experiência Adicional: pode-se incluir habilidades que não tem a ver com a experiência profissional, assim como conhecimentos em informática. No final, se desejar, pode-se mencionar seus "hobbies" e os esportes que pratica, ocupando no máximo duas linhas.

Não esqueça! O currículo atual é apresentado em apenas uma folha.


Dicas para um bom desempenho nas entrevistas

O vestuário conta pontos na hora de conversar com o possível empregador. Além disso, atitudes e comportamentos devem ser considerados no momento da entrevista.

Como apresentar-se:

Moças:

- Ideal é vestir-se de acordo com o perfil do trabalho. Procure vestir roupas com tons claros, evitando peças coloridas, rendas e tecidos brilhosos;
- Não use minissaias, saias justas ou blusas decotadas;
- Loções/perfumes fortes podem incomodar o entrevistador;
- Prefira maquilagem discreta;
- Evite colares ou brincos extravagantes.

Rapazes:

- Esteja atento quanto a sua aparência, barba feita e cabelos penteados são fundamentais;
- Use roupas discretas, calça/camisa. Não use camisetas estampadas e coloridas;
- Prefira sapatos bem cuidados, deixe o tênis para outra ocasião;
- Evite calças extravagantes (tipo "skatista" e outros);
- Não use boné ou óculos escuros na sala do entrevistador.

Antes da entrevista:

- Saiba com antecedência o endereço e qual o melhor caminho para chegar à empresa;
- Não se atrase, caso isto aconteça, ligue avisando;
- Boas maneiras (bom dia/boa tarde) devem estar presentes quando dirigir-se a qualquer funcionário;
- Desligue o celular ou "pager" no aguardo do entrevistador;
- Evite longas conversas com a recepcionista da empresa;
- Não fume na sala de espera, mesmo que seja permitido. Ler revistas ou jornais ajudam a acalmar.

Durante a entrevista:

- Ao entrar na sala, aguarde que o consultor faça o primeiro gesto para cumprimentá-lo, e indique o local que você deverá sentar-se;
- Aperto de mão deve ser moderado, mas firme, este gesto demonstra segurança;
- Comportamentos como roer unhas, mastigar chicletes e passar a mão no cabelo devem ser evitados;
- Não colocar nada, principalmente os braços sobre a mesa do entrevistador;
- Evite rir ou falar alto demais;
- Considere o entrevistador como um "aliado" e não como um "inimigo";
- Aguarde sua vez de falar, evite interromper o processo da entrevista;
- Seja claro e objetivo, mas fuja de respostas como sim ou não;
- Evite estender-se demais nas questões abordadas;
- Comunique-se verbalmente, dispense gesticulações;
- Seja você mesmo, não minta, as mentiras são facilmente percebidas pelo entrevistador;
- Cuidado com a linguagem, evite gírias e palavras de baixo calão;
- Ao término da entrevista, você poderá perguntar sutilmente quando a empresa lhe dará uma posição sobre a vaga.


Voluntariado conta como estágio

Trabalho voluntário é alternativa para estudantes de graduação cumprirem exigências para se formar

Rodrigo Gallo
jornalista Estado de São Paulo
matéria publicada em agosto de 2006

SÃO PAULO - Por exigência do Ministério da Educação (MEC), muitos estudantes de cursos superiores precisam cumprir um número determinado de horas de estágio para conseguir o diploma. Porém, diversos alunos não conseguem uma oportunidade profissional remunerada, e acabam optando por ingressar em trabalhos voluntários, geralmente em Organizações Não-Governamentais (ONGs), para completar os créditos necessários para se formar.

O estágio obrigatório faz parte do currículo principalmente de cursos superiores de formação básica, como Letras, História e Geografia, e de outras graduações como Administração de Empresas, Arquitetura e Engenharia. Normalmente, os alunos devem concluir esse período de trabalho até o último semestre do curso.

O grande problema é que, por conta do grande número de alunos matriculados no ensino superior que precisam das vagas de estágio, muitos estudantes acabam não conseguindo uma oportunidade. Como forma alternativa de cumprir as horas e ter direito ao diploma, eles acabam se inscrevendo como voluntários em ONGs, por exemplo. No entanto, nem todos os voluntários conseguem validar esse tipo de estágio.

De acordo com o superintendente do Instituto Via de Acesso, Ruy Leal, o trabalho voluntário pode contar como estágio acadêmico em alguns casos, mas apenas se as atividades desenvolvidas forem compatíveis com o curso de graduação.Não adianta um estudante de Administração trabalhar voluntariamente em uma ONG que auxilia moradores de rua, pois são áreas muito diferentes.

Além disso, também é necessário cumprir algumas exigências legais para que esse trabalho seja reconhecido pela faculdade. "Ninguém pode começar um estágio, mesmo que seja voluntário, sem firmar um documento entre a ONG e a escola. A faculdade deve aprovar as atividades a serem desenvolvidas e tudo deve constar em um plano de estágio acadêmico."

Caso a entidade precise de voluntários para exercer funções relativas à área de estudo do aluno, é possível negociar com a faculdade para que essa opção seja aceita.


Veja como funciona

ESTÁGIO
Estudantes de cursos de graduação podem substituir o estágio obrigatório por um período equivalente de trabalho voluntário para conseguir o diploma .

VALIDADE
Para que o exercício voluntariado tenha validade como estágio acadêmico é necessário que as Atividades desenvolvidas na prática sejam compatíveis com as disciplinas ministradas durante o curso de graduação .

Não adianta um estudante de Engenharia civil, por exemplo, ser Voluntário em uma ONG que recolhe e cuida de animais abandonados nas ruas, pois as atividades não são equivalentes.

Além disso, o estudante deve firmar um contrato de estágio entre a ONG e a faculdade,com as atividades devidamente discriminadas, antes de ingressar no trabalho voluntário.

OPORTUNIDADE
Além disso, ser voluntário também costuma contar pontos importantes na hora de buscar oportunidades futuras no mercado de trabalho.

VAGAS
Seja um Voluntário: www.voluntarios.com.br
Centro do Voluntariado: www.voluntariado.org.br


RELACIONAMENTO CONTA PONTO NO MERCADO


Quem pensa que no mercado competitivo de hoje basta saber habilidades específicas e idiomas está por fora. Saber falar bem, vencer a timidez, e se relacionar melhor com os colegas do trabalho são características importantes em qualquer profissão e ainda contam pontos no currículo. Segundo a psicóloga Mônica Portella a procura por cursos que exploram relacionamentos interpessoais e habilidades como a oratória tem crescido muito:
— O profissional chega no mercado com habilidades básicas. Saber inglês e informática, por exemplo, já se tornou lugar-comum. As características extras ajudam o profissional a ocupar melhores postos e conseguir um bom relacionamento no ambiente de trabalho. Não é à toa que o mercado de livros de auto-ajuda vem crescendo — explica.
Atenta a nova demanda, a ONG Centro de Integração Empresa-Escola, do Rio de Janeiro, (Ciee-RJ) oferece, além de oportunidades de estágio e primeiro emprego, cursos gratuitos e workshops. Para aperfeiçoar ainda mais o serviço, foi criado o Instituto de Competências e Cidadania (ICC), destinado à promoção de palestras com foco na formação para o mercado de trabalho.
— Percebemos que não bastava inserir o jovem no mercado se ele não tivesse características que o mantivessem lá — diz a pedagoga Mônica Duarte, há 14 anos no Ciee.

O Globo - RJ - Jornais de Bairro - 12/02/2006



O currículo, carreira da vida

O currículo é palavra adaptada da expressão curriculum vitae que significa "CARREIRA DA VIDA". É o documento em que consta o conjunto de dados relacionados ao preparo profissional, tanto em termos de formação acadêmica quanto de experiência em outras atividades, de uma pessoa que se candidata a um emprego. Em quase sua totalidade, mesmo quando você é convidado para exercer um cargo ou quando um amigo ou parente o indica, os relacionamentos profissionais começam pelo currículo. Como candidato, você é quem escreve esse documento para ser lido pelo patrão em potencial ou por alguém que o representa - um gerente de recursos humanos, um gerente da área interessada etc.

Quando você manda seu currículo para uma empresa, sua expectativa é de que, em algum momento, você será o centro das atenções de alguém que tem poder de decisão. Ou seja, seu currículo é algo que vai ser lido por uma pessoa experiente, ocupada e que sabe o que quer. Por isso ele tem que dizer alguma coisa, de forma direta, eficiente, correta e também agradável. Não deve se resumir a uma lista de cursos e experiências profissionais e sim descrever o que foram esses cursos e essas experiências.

Tem, portanto, que ser feito com cuidado: não só as informações que estarão contidas nele, como as palavras escolhidas para apresentá-las têm o poder de dar mais ou menos impacto ao seu currículo.


Qual é o currículo correto?

Não há um modelo ideal, mas há os que são considerados mais ou menos eficientes. Algumas características são imprescindíveis:

  • Todas informações devem ser verdadeiras;
  • As frases devem ser claras, objetivas e diretas;
  • Devem constar apenas informações relevantes.

Por isso, um modelo muito bem aceito, e que para mim faz todo o sentido, é o recomendado pela escola de administração de Harvard, nos EUA: um currículo de uma página (de preferência) ou no máximo duas, em que constam: nome, endereço e telefone para contato; objetivo de carreira, dados sobre a formação acadêmica; dados sobre a experiência profissional e informações pessoais como idiomas, cursos especiais, prêmios, atividades comunitárias, hobbies etc. Os dados devem ser apresentados em ordem cronológica invertida (do mais recente para o mais antigo). A idéia é que as informações mais importantes sobre você caibam em no máximo duas páginas. Não é o único modelo: há pessoas que preferem listar artigos e outros trabalhos e diplomas dos mais diversos cursos e acrescentar outras informações pessoais como, por exemplo, idade.

Pouca experiência não quer dizer pouca informação

A forma ideal de apresentar os dados varia de acordo com a atividade e com a história profissional de cada um. Vamos pensar num jovem que acabou de sair da faculdade e num experiente executivo que quer experimentar novos desafios. A pessoa responsável por selecionar uma ou outra pessoa estará procurando diferentes informações. É claro que se ela está analisando o currículo de um recém formado não vai esperar encontrar nele uma lista infindável de experiências profissionais, como seria o caso do executivo. Mas pouca experiência profissional não deve ser sinônimo de currículo vazio. Se você acabou de se formar e está se candidatando a um emprego, pode estar competindo com pessoas que tiveram formação similar, mas que têm mais experiência.

Portanto, sua vantagem deve ser o aprendizado e treinamento mais recentes e atualizados e sua capacidade, se você de fato a tiver, de aplicá-los imediatamente no trabalho. E é isso que você deve enfatizar em seu currículo.

Você deve incluir nele todos os cursos e atividades que fez e que tenham relação com o emprego que tem em vista. Em suas atividades escolares e acadêmicas, foram exigidas muitas habilidades que são também exigidas em muitos empregos, como por exemplo disciplina e determinação para encarar desafios, capacidade de completar várias tarefas propostas com sucesso, capacidade de expressão oral e escrita. Na semana que vem vamos ver exemplos de como tratar as informações sobre a formação acadêmica.

Matéria publicada no Megazine - Jornal O Globo


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