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| JULHO DE 2004 | ||||
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| ABRIL DE 2004 | ||||
| Roberta Medina O perfil empreendedor de Roberta Medina não deixa dúvidas em ninguém: ela é ex-aluna do colégio Anglo- Americano. Nos tempos de escola, Roberta teve o privilégio de ajudar seu pai, o empresário Roberto Medina, na produção de um projeto: um show com personagens da Disney realizado no Barrashopping, em 1995, quando ela cursava o 3º ano do Ensino Médio. "Esse foi meu primeiro emprego sério e serviu para eu definir a profissão que queria seguir. Antes havia ajudado, informalmente, na venda de ingressos para o Rock in Rio 2." Na faculdade, o curso escolhido foi o de Publicidade. Enquanto estudava, Roberta se preparava para um projeto de grande porte: o Rock in Rio 3 Por um Mundo Melhor. Para ajudar na produção do festival, foi inaugurada a Dream Factory, empresa de promoção e eventos, da qual Roberta é diretora-executiva. A empresa se consolidou e realizou importantes produções como: o Coca-Coca Vibezone, a Árvore de Natal da Lagoa e a iluminação de Natal do Pão de Açúcar. Atualmente, a Dream Factory está produzindo o Rock in Rio Lisboa. Com isso, Roberta está morando temporariamente, em Portugal. "É um desafio trabalhar com outra cultura. Não conhecemos as regras do mercado, mas é bom ver que a cidade recebeu com carinho o projeto", diz Roberta. Ambientada em Lisboa, Roberta sente falta dos amigos do Rio. "Tenho uma turma de dez pessoas do colégio que se encontra regularmente", diz. Do Anglo, onde estudou do Jardim II até o 3º ano do Ensino Médio, Roberta só guarda boas recordações. "O Anglo é único quando se trata de relacionamento humano. Professores, coordenadores, direção e alunos formavam uma grande família. Aprendi muito com isso", afirma. De volta ao Rio em agosto, Roberta se prepara para realizar um de seus sonhos: fazer um festival de música para comunidades carentes do Rio e descobrir novos talentos. O projeto, batizado de Morro pela Arte, é idéia de um amigo seu. "Gosto de executar o sonho dos outros", explica. Além disso, a empresária já começa a formatar o Rock in Rio 2007, que acontecerá, simultaneamente, no Rio, Estados Unidos e Portugal. "Queremos fazer uma espécie de Copa do Mundo da música", conta. |
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| Alexandre Cesar Andrade |
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| DEZEMBRO DE 2003 | ||||
| Pedro Batista Voces do CIER são testemunhas da trajetoria escolar de meus filho Pedro e Ana. Desde 1996 estivemos andando pelo mundo todo, tendo morado na Coréia do Sul, na China, no s Estados Unidos e agora na França - sem esquecer
uma estada de um ano e uma passagem rapida de meio ano pelo Brasil nesse meio
tempo. Nesse período eles trocaram de paises cinco vezes, de cidade sete vezes e assistiram aulas em oito escolas diferentes - fora o CIER. Como educadores que são não é dificil para voces avaliarem os contratempos a que meus filhos foram submetidos em sua vidas academicas. Ao encerrar seus estudos no ensino médio e voltar para o Brasil para prestar vestibular, sem nunca ter pisado em uma sala de cursinho, as chances do Pedro ser bem sucedido em uma universidade de primeira linha (como é a PUC-RS) pareciam muito reduzidas. Mas eis que ele surpreende a (quase) todos nos e é classificado no curso em que ele queria, superando uma concorrencia na faixa de 4:1. Dos 11 anos de estudos regulares do Pedro pelo sistema de ensino brasileiro, 7 foram pelo CIER. E é por essa razão que gostariamos de dividir o orgulho que estamos sentindo com a equipe responsável por esse sucesso. Um abraço a todos, Danilo e Adriana Baptista |
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| SETEMBRO DE 2003 | ||||
| Flávio Canto Muitos dos que vibraram com o ouro que o judoca Flávio Canto conquistou nos jogos Pan-Americanos de Santo Domingo nem imaginam que o atleta foi aluno do Anglo-Americano. Foi na época de
colégio que Flávio começou a traçar seu futuro. "Comecei no judô aos 14 anos. Neste
período já estudava no Anglo e tinha como grande sonho ir para a Olimpíada, por isso
era necessário treinar mais do que os outros, já que comecei tarde no esporte", conta.Do Anglo, onde estudou da 5ª série ao 3º ano, só guarda boas recordações. "Esta escola fez parte da minha vida. Fiz muitos amigos lá. Também me lembro com muitas saudades das gincanas e olimpíadas que participei", disse Flávio, ressaltando ainda que seu atual técnico, Geraldo Bernardes, é ex-professor do Anglo. Na época de colégio, o judoca não tinha problemas para conciliar o esporte com o estudo, pois ainda não viajava muito. "Minha vida mudou em 95, quando eu já estava cursando a faculdade de Direito, e ficava, em média, cinco meses fora do Brasil competindo", lembra. Mas valeu a pena, pois foi neste ano que ele participou do seu primeiro Pan-Americano, em Mar del Plata, e, logo de cara, conquistou um bronze. Em 99 veio a prata em Winnipeg. Seu maior sonho, os jogos olímpicos, quase virou frustração. Apesar de ter participado, em 96, das Olimpíadas de Atlanta e ter voltado com um ótimo sétimo lugar, em 2000, quando achou que seria seu ano, as coisas não foram nada bem. "Fui para Sidney como reserva, pois perdi a seletiva que dava direito à vaga. Foi difícil porque acreditava que esta era a olimpíada da minha vida. O judô é um esporte muito cruel, pois você precisa ser constante, ser sempre o primeiro do Brasil, para ter o direito de sonhar", desabafa. Aos 28 anos, Flávio ainda não pensou no que vai fazer quando parar de competir. "No esporte, a gente é como o Peter Pan: vivemos na Terra do Nunca. Ainda não sei o que vou ser quando crescer", brinca. A sério mesmo, além do judô, ele vem levando um projeto social que desenvolve na Rocinha. Neste ano, junto com amigos, Flávio fundou a ONG Reação, onde dá aula de judô para 120 alunos, de 4 a 20 anos. "Queremos ampliar a atuação da ONG. O próximo passo é levar os alunos para fazer projetos culturais, dar qualidade de vida às pessoas", disse. |
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| JULHO DE 2003 | ||||
José Ribamar Bernardo Quem estuda no Anglo-Americano Botafogo por certo conhece o servente José Ribamar Bernardo. O que muitos não sabem, contudo, é que Ribamar é um artista. Desde criança, ele se dedica a escrever poesias e romances.
Atualmente, aos 37 anos, ele já colheu alguns frutos desta atividade paralela. Participou de
vários concursos, inclusive um de música, promovido pela Rede Globo, em 1982 - MPB Shell -
no qual concorreu ao prêmio de melhor compositor, com a canção "Lampião". Além disto,Ribamar venceu um concurso literário em Duque de Caxias, há quatro anos, e está sempre atento ao que acontece na área literária, dentro e fora do Rio. Ribamar, que também já estudou teatro, tem guardados 700 manuscritos de poesias e 17 romances. Um destes romances foi transformado no livro "Obra do Destino", lançado em 1989. Ele também produziu a trilogia "Poetas Brasileiros de Hoje" e seu próximo projeto é lançar um novo livro, em setembro de 2004, que tanto pode ser de poesias, quanto um romance. "Trabalho para alimentar meu sonho de escrever. A minha maior alegria é quando faço um poema que acaba com o sofrimento de alguém", conta Ribamar. |
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| ABRIL DE 2003 | ||||
| Leandro Duarte Técnico em contabilidade, Leandro Duarte é um jovem de 20 anos que não lida só com números, mas emociona fãs incondicionais, como seu pai, sempre que toca os primeiros acordes em seu violão ou em sua guitarra. Há dois anos trabalha no Anglo, onde foi estagiário do Contas a Pagar da Sede
Administrativa da escola. Na volta às aulas de 2003, Leandro foi contratado
como auxiliar administrativo e passou a trabalhar na tesouraria da Unidade Nova
Ipanema. Mas esse profissional da área de exatas também é conhecido por sua paixão pela música. Aos 16 anos, Leandro reuniu um grupo de seis amigos e decidiram aprender a tocar um instrumento. Desde então, foram inúmeras apresentações em casa noturnas, festas de debutantes e comemorações familiares, regadas a muita MPB, música pop e até forró. A mais especial não sai da lembrança: "Toquei em uma escola para crianças excepcionais e, sem dúvida, foi o trabalho de que mais gostei. Me senti um verdadeiro músico, vendo tanta criança batendo palma. |
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| SETEMBRO DE 2002 | ||||
Marcia Regina de Oliveira e Silva - Programadora Visual Um dia, ouvi uma frase que resolvi ter como lema diante da rápida evolução que assola o mundo. "A máquina não substituirá nunca, o homem criativo". ![]() Não é suficiente ser mais um profissional, é necessário que tenhamos um diferencial. Tive como berço da minha profissão a prancheta, pois foi como arte-finalista de uma Editora que comecei a me envolver com a rogramação Visual. Tempos se passaram e me vi diante do novo, o computador. Tive que reciclar-me, agora na área informatizada, fazendo cursos, pois oportunidades de trabalho surgiam, mas... e a tão solicitada experiência? Eu não a tinha. Foi então que na prática, precisei da criatividade. Da prancheta, trouxe a experiência que muito contribuiu na elaboração dos projetos no computador. Amo o que faço. Como programadora visual há 9 anos no Anglo-Americano - unidade Botafogo - me sinto incentivada a cada criação, principalmente pela receptividade do trabalho. |
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| MAIO DE 2002 | ||||
Marcelo Casemiro Vieira - Inspetor Geral Inspetor Geral da unidade Barra, Marcelo Casemiro Vieira trabalha há quatro anos no Anglo, onde estão sob sua responsabilidade o ginásio coberto, a sala audiovisual e o portão da escola. Mas, em algumas
noites e nos fins de semana, o inspetor adota o pseudônimo de "DJ Marcelinho" e comandapicks-up e pistas de dança cariocas. Para conciliar as duas atividades, Marcelo divide o trabalho musical com seu sócio e irmão e só assume compromissos quando sua rotina no Anglo está cumprida. "Sou DJ há mais de dois anos. No começo, era só uma diversão, mas hoje sou muito solicitado, faço o som de casamentos, aniversários, toco em clubes e já fiz até carnaval de rua". A Melhoria Contínua é uma das premissas das Crenças e Valores do Grupo Anglo-Americano, que aposta no talento de seus funcionários e incentiva suas atividades dentro e fora dos muros do colégio. |
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